ROTINEIRAS | Vamo, Vamo, Chape

chapecoense

Na madrugada da última terça-feira, nos tornamos todos torcedores de um time só. Desde então, somos torcedores desse time que lutou para chegar aonde chegou, que mereceu cada vitória, que mostrou para o Brasil a força de um clube de apenas 43 anos.

Dia 29 de novembro de 2016 não foi um dia de luto para o futebol. Foi um dia de luto para a nação inteira, e para além dela também. Perdemos representantes de um time, profissionais de comunicação e uma tripulação. Mas, acima de tudo, perdemos pai, mãe, filhos, irmãos e amigos, pessoas que ficarão sempre em nossos corações, sejam elas conhecidas de longa data ou não.

Não é preciso mencionar aqueles que se aproveitaram da situação para o sensacionalismo, promoção de suas marcas e afins, apesar do repúdio que tais atitudes nos causam. Mas pensemos, sim, naqueles que mesmo não sendo amantes do futebol, sentem-se tocados com o acontecimento e respeitam a dor dos familiares e amigos.

Toda homenagem é valida e merecida. Vamos todos vestir as cores da Chape, nos reunir na Arena Condá e rezar por eles. Vamos trocar nossas fotos nas redes sociais, mudar o brasão dos nossos times e nos unir a uma cidade que perdeu seus heróis — que levaram o time à primeira final de uma competição internacional —, mas que esperamos que não percam o amor pelo futebol.

Força Chapecoense, que mostrou a todo o país (e agora para o mundo) que o clube que leva o seu nome é guerreiro. Sim ele é, não alteremos o verbo para o passado, pois a Associação Chapecoense de Futebol não morreu. O futebol perdeu membros únicos e insubstituíveis, que com certeza são a representação máxima deste time, mas o clube continua, e continua com a força de um país que ama o seu futebol e que não quer ter um time riscado da sua lista de clubes.

Nós do Rotineiras deixamos aqui nossas singelas palavras e profunda solidariedade. Que as imagens abaixo sejam as últimas em nossas mentes: uma equipe que comemora, ora e agradece todas as suas conquistas. As imagens de um time vitorioso.

— Rosângela Tomás e Jayane Condulo.

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